sábado, 17 de novembro de 2018

“Aflora-me” uma enorme angústia! Memória das Vítimas da Estrada







Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada

18/11/2018

Mais um dia e mais um ano em que se recorda as “Vítimas da Estrada”.

Neste dia - particularmente – “aflora-me” uma enorme angústia!

Existe sempre “alguém” para recordar…e recordo!!! Recordo algumas pessoas que drasticamente FORAM - e algumas SÃO – “Vítimas da Estrada”. Considero ser uma “Doença Social” que, infelizmente é impossível de banir, no entanto, com “diagnóstico” feito relativo a causas e com muito muito muito para fazer na sua prevenção.

Temos legislação, por vezes, desajustada…Temos sinalização, em muitas situações, que são autênticas “aberrações”…Temos, seguramente, consciências “adormecidas”.
A partilha do ambiente rodoviário com todas as características inerentes – nomeadamente a diversidade dos utentes – requer um trabalho intenso e persistente no “acordar” consciências.

“Acordar” consciências para uma cidadania/educação rodoviária de forma a desenvolver conhecimento, competências, aptidões, valores e atitudes, indispensáveis para uma partilha do ambiente rodoviário, assente no respeito, civismo, responsabilidade e tolerância que mostram-se essenciais para a SEGURANÇA RODOVIÁRIA.

Neste dia - particularmente – “aflora-me” uma enorme angústia!

Por tudo, a que impotentemente presencio!
O meu “olhar” vislumbra muita irresponsabilidade…muita leviandade…muita negligência…muita imprudência…muita inconsciência…de quem tem a OBRIGAÇÃO de fazer algo a SÉRIO e pouco ou nada faz.

Neste dia - particularmente – “aflora-me” uma enorme angústia!

Por saber que no “amanhã” existiram muitas mais “Vítimas da Estrada” padecente da irresponsabilidade de algumas entidades que ano após ano vivem num “Faz de Conta”.

“Aflora-me” uma enorme angústia!

Paula Rosas

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Desabafe








Vivemos numa sociedade de “Ópio” completamente viciada em intrujice e mesmo ilicitude.

São “estranhos” aqueles que resistem ao vicio!!! E, como é a pequenina minoria, então, são alvos a abater.

Confesso que profissionalmente sinto que sou um grande alvo a abater. Incomodo muita boa gente porque não deixo-me “viciar”, não “vergo”...estou hirta e firme nas minhas convicções - deveria ser diferente...deveria ser transparente...deveria ser honesto...  

Sinto-me repetitiva, com este assunto e sempre com os mesmos lamentos, mas a inconformidade persegue-me e sufoca-me cada vez mais. Não tolero...não aceito...não compactuo...não CALO.

Não tenho seguidores proximos e presentes, assim, restam-me estes desabafos escritos e que passarão a ser o meu registo memorial futuro.

Hoje (9/08/2018) tive mais um dissabor que me deixou intrigada. No decorrer de uma avaliação diz o avaliador já muito irritado ”pensam que temos de andar com vocês ao colo mas eu não ando”...o que será que esta frase significa?? Quem será o “pensam”? Estranho...muito estranho!!  Quase que posso advinhar...quase...quase...

Mas tenho de ficar (por hoje) na duvida porque se manifesto a minha discordancia deste tipo de atitude (irritado, mal humorado, impaciente...) durante uma avaliação sou a “queixinhas”...a “implicativa”...a “meto nojo”...a “tem a mania”...a....a...a...a...

O “opio” correi-me a tolerancia...até quando??

Paula Rosas

domingo, 22 de julho de 2018

(E o “trombone” que não se cala!!!)





(E o “trombone” que não se cala!!!)


Existem aqueles dias...aqueles dias, sabem(!?) onde reina a insatisfação (sem motivos!)...a implicância (sem razão!)...aqueles dias de “pirraça”...dias de intolerância.
Mas, são  “dias”, também, de “força” e coragem...dias que nos deixam de “trombone” ligado.

Hoje estou num dia de “trombone” e algo que há longos anos acompanha-me...que na maioria dos meus dias tento ignorar...hoje incomoda-me seriamente...e apetece-me colocar o “trombone” a tocar.

Sou mãe quero o MELHOR do MELHOR para os meus filhos...quero-os felizes...muito felizes...muito muito muito felizes...acredito, seguramente, é o que a grande maioria dos pais deseja...ver os seus filhos BEM.

Na ansia de os vermos felizes tentamos dar tudo o que está ao nosso alcance (às vezes até o que não está). Assim ORGULHAMOS de oferecer aqueles ténis de marca...aquela camisola caríssima...aquele vestido/fato (baile de finalistas)... aquele telemóvel (que custa um vencimento mensal)...permitir ir àquele festival...e tantas outras coisas que nos ORGULHAMOS de oferecer e muitas das vezes nos sacrificamos para lhes proporcionar – o MELHOR.

Somos os melhores pais que conseguimos ser!!! E quando às vezes não o somos é porque não temos consciência que estamos a falhar.

Mas falhamos...e falhamos (inconscientemente) quando procuramos uma Escola de Condução Low Cost...Low Cost (?) -  sinal de redução de custo...ora, também de qualidade!

Low Cost em quê? Já pensaram? Nos veículos utilizados não é (cada vez as escolas apostam em “grandes máquinas”)...nas instalações da escola também não...na renda, água, luz, telefone, telemóvel, seguros, combustível, taxas de exame...impossível (!)...então, é em quê?? Já pensaram?? Só pode ser na formação, não será? No “descuido” do ensinar a manusear o que pode ser uma “arma”. Temos a sinistralidade rodoviária a aumentar com grande incidência nos jovens.

(E o “trombone” que não se cala!!!)

Além da formação sem qualidade...vem depois o  aconselhamento de algumas (muitas) escolas de condução – resolver o “problema”  (formação insuficiente)recorrendo ao “facilitismo” no exame – procuram “despachar” o candidato de qualquer maneira.Não existe qualquer preocupação (da escola de condução) no desempenho, da sua obrigação, de formar condutores com as competências para uma condução segura. Mas...mais!!! 

Afinal, as cartas de condução Low Cost deixaram de o ser! E, ainda, com a agravante de a formação ser “sem qualidade” – insuficiente!!! Já pensaram? E, não é que a má formação até ficou cara?? E as Escolas (?) essas “lucraram” mais uns “troquitos”...bem, mas, são Low Cost.

(E o “trombone” que não se cala!!!)

Aproveitam-se do mito que se criou há muitos e muitos anos - ”do é preciso” – “será melhor” – “já fica resolvido” – e que dá jeito continuar fazer-Nos acreditar. Mas, não...não é preciso...não é melhor...e não fica resolvido. Não...Não...Não é necessário.  Somente um condutor capaz e preparado tem o “assunto” resolvido.

Este setor – escolas de condução – sempre (de há muitos e longos anos) tiveram um caminho muito “conturbado”...um caminho muito nebuloso (de conhecimento geral – digo eu!) no que diz respeito a transparência, honestidade, rigor...e, Hoje, chegamos ao mais fundo deste negro buraco.

Um setor sem credibilidade...sem respeito...sem qualquer valor na sociedade...um setor que “pisa” os que querem trabalhar com honestidade.

Um setor “desprezado” (!!!) até pelas entidades responsáveis...pelos nossos “governantes do povo”.  Tão fácil colocar uma tabela de custo obrigatória para a formação de condutores e assim eliminava todos os “estratagemas obscuros” de atrair “clientela”...era tão fácil! E, a BOA FORMAÇÃO seria o critério de opção.

Mas, não, não existe, união entre as Escolas de Condução para reivindicar uma “proeza” que seria BOA para a sociedade, no entanto, muito maléfica para os “Chicos Espertos” do setor e para os “arranjinhos” de tantas “boas pessoas”.  

Não somos “entidades de interesse publico”? Quem acarreta com os custos da sinistralidade rodoviária (?) que pesa no nosso PIB aproximadamente 1,2%???...


(E o “trombone” que... se cala!!!)

Paula Rosas

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Não há paciência que aguente!!!



Não há paciência que aguente!!!


As “noticias”!!!
Ora!!!  Antigas ...Ora!!! Novidades...sempre com o mesmo tema!!!  
O bombástico desempenho dos nossos queridos e muito amados “Servidores do Povo”. Fizeram ou fazem “acordos”...”parcerias”...o que queiram chamar (!) que são nada mais do que uma bombástica gestão em prol de benefícios próprios!
Para a sociedade foram ou são apenas uma bombástica gestão danosa que colocou a sociedade ” em  maus lençóis”.

Não há paciência que aguente!!!

A inoperância da nossa justiça que permite recorrer...e recorrer...e recorrer e “empurrar com a barriga” sem fim à vista.
Os “Bons Servidores do Povo” aparecem todos “cheios de papo” e muito indignados com a injustiça que lhes está a acontecer! É que não era para ser descoberto...ora essa!! Que ousadia!!!  Fizeram tanto pela pátria e só pela pátria!

Não há paciência que aguente!!!

A corrupção instalada de forma epidémica que é colateral à atividade económica financeira, social, politica...e que, cada vez mais,  asfixia a sociedade.
A aceitação! Ah!! A aceitação diária que se pratica com os “favorzinhos”...”arranjinhos”...  “simpatias”... “maozinhas”...”gentilezas”...

Não há paciência que aguente!!!

Os falsos cumprimentos.
As fingidas simpatias.
O ilusorio bem estar.
As ficticias amizades.
Os sorrisos “amarelos” (Ainda bem que é a minha cor preferida!))

Não há paciência que aguente!!!
Paula Rosas

domingo, 19 de novembro de 2017

“Dia Mundial em Memória das Vitimas na Estrada”







Neste dia “Dia Mundial em Memória das Vitimas da Estrada” é impossível não sentir uma enorme angustia…uma enorme tristeza…uma enorme revolta.

É angustiante…é triste…é revoltante saber que tanto há para fazer no combate a esta “doença social” e ano após ano nada ou muito pouco se faz. Este ano segundo dados da ANSR a sinistralidade rodoviária, em Portugal, regista um aumento significativo bem como o número de mortes (o índice de gravidade que em 2016 foi de 1,3 este ano é 1,5).

As entidades com responsabilidades direta ou indiretamente por este tema, tão nefasto para a sociedade, parecem-me “adormecidas” embaladas num sono de muitos e muitos anos…não vejo nada de objectivo, de significativo a ser feito. Existem algumas campanhas de prevenção que não chegam nem a metade dos utentes rodoviários – são apenas campanhas para constar nas estatísticas perante a UE.

No que diz respeito ao ensino da condução (que não é de todo o único responsável por este problema mas tem um peso significativo) vive-se cada vez mais com uma leviandade arrasadora. Parece-me que vivemos numa “República das Bananas”. Sai legislação atrás de legislação (lei, decreto-lei, portarias, despachos…) - que é de todo impossível acompanhar tantas alterações (!) - muitas das vezes nem chegam a ser implementadas…são “exigências” atrás de “exigências” sem “pés nem cabeça” que em nada beneficiam a formação na obtenção da carta de condução e muito menos este grave problema da sinistralidade rodoviária.

Relativamente às Escolas de Condução e à formação de condutores…aí!…aí!…aí!

Alguém quer que seja uma formação responsável, rigorosa, exigente…que coloque condutores competentes nas estradas???

Infelizmente parece-me que não. Tenho conhecimento de causa suficiente para dizer que são muito poucos, aqueles que encaram este setor com responsabilidade, com a seriedade que é exigida. Iniciei esta minha profissão em 1990 e os “vícios” existentes nessa altura são hoje, ainda, o COMANDO deste setor. “Vícios” em que a sociedade encara como “normais” e quem não se submete são os “tontinhos da corte”!!!

As escolas de condução podem contribuir, e muito, para que estas mortes da estrada diminuam significativamente. As escolas de condução deviam ser consideradas “entidades de interesse público” seria um bom principio para combater a “palhaçada” que se constata na formação de condutores.

Que angústia!! Que tristeza!! Que revolta!!
O meu mais profundo lamento por todas as vítimas da estrada.

Paula Rosas

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Não...não concordo!




 Opinião…é opinião (!) - listas de colocação de radar.

A minha opinião em relação a este tipo de “informação” é - Não…não concordo!

Porque não considero uma “informação” de prevenção rodoviária…parece-me, apenas, um ”alerta” dos locais e dias aonde não se deve “acelerar”…cuidado hoje respeita nestes sítios para não teres multa - e as restantes vias que não têm radar (?) possivelmente, são nas que vão “acelerar” mais para recuperar o “tempo perdido”  de quando estavam a respeitar! E nos restantes dias sem radar(?) é para não respeitar??? Não…não concordo!

Acho que este tipo de informação não “desperta” a responsabilidade rodoviária…não “desperta” o respeito que deve existir na partilha do ambiente rodoviário…não “desperta” consciências para uma das principais causas da sinistralidade rodoviária – o excesso de velocidade. Não…não concordo!

Relativamente a radares “não informados” não considero serem “caça à multa” (afinal se há multa houve transgressão! Correto?) deve, sim, existir “apelo” à sensibilidade dos utentes rodoviários...”apelo” a uma cidadania rodoviária…”apelo” a uma cultura de prevenção rodoviária...atendendo que a segurança rodoviária inicia em cada um de nós.

Deve existir é "informação" adequada para a mudança de comportamentos, para a "educação rodoviária".


Paula Rosas

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Escolas denunciam centenas de fraudes em exames de código



Escolas denunciam centenas de fraudes em exames de código: Associação de Industriais do Ensino da Condução denunciam realização de testes à distância recorrendo a rede organizada.(noticia JN)


O meu pensamento...

Estas denuncias são de louvar mas muito mais há para denunciar, deixemo-nos de minudências.

Escolas de condução "low Cost" e viaturas de instrução de "gama alta", como é possível? Procurem, também, no dia-a-dia dos exames práticos...e não brinquem ao "faz de conta que estamos escandalizados com tudo isto!". 



Paula Rosas

domingo, 30 de abril de 2017

A "Chatice"


A "Chatice"

Tenho como intenção expressar a minha opinião relativamente aos graves e vários problemas que pautam este setor utilizando um dos meus grandes defeitos – a frontalidade.

Penso que a base desta problemática está na falta de respeito e credibilidade social…não é atribuído, às entidades e profissionais do setor, qualquer estima para a obtenção da carta de condução.

Os candidatos a condutores sabem que para atingir o objetivo, a obtenção da carta de condução, têm de obrigatoriamente passar na “Chatice” da Escola de Condução que lhes oferece dois planos, que  podem ser acumulativos:

Plano A – a observância da legislação na formação;

Plano B (em algumas escolas) – os “favorzinhos” na hora dos exames – aqui não me refiro somente aos grandes “focos” organizados e que têm sido descobertos mas também aos “favorzinhos” diários e constantes aquando os exames práticos que em meu entender são os que “minam” o setor.

Então vejamos, eu candidata a condutor, vou procurar a “Chatice” da Escola de Condução que me ofereça o Plano A com valores o mais baixo possível porque depois recorro ao Plano B para o objetivo ser atingido – ter a carta de condução!

Assim, para que me preocupar com uma formação rigorosa e exigente…para que procurar o saber- saber! Até se acredita que é “depois em casa que se aprende!”

Como é possível uma “valorização do profissional do ensino da condução” quando não é valorizado nem credível, o setor onde desempenham a sua função??

É urgente pensar no papel social que desempenhamos…é urgente tornarmos relevantes neste grande feito para a vida de qualquer cidadão – obter a carta de condução.
  
Com um setor valorizado socialmente seria mais fácil a conquista de algumas “mais-valias” necessárias para o combate à “doença” económica que grande parte das “Chatice” das Escolas de Condução atravessa, e que se manifesta, primordialmente, na não observância dos direitos dos seus profissionais.

Com um setor valorizado socialmente é possível a conquista de uma tabela mínima obrigatória que vele os custos justos para uma formação eficiente (não é de todo possível agregar o Low Cost a este setor e tanto tem sido apregoado) …é possível conquistar a baixa de Iva que está a ser cobrado a um valor indigno (comparativamente a outros setores)…é possível conquistar o justo desconto na compra das viaturas e que outros ramos conquistaram...é possível impugnar alguns critérios legislativos na formação que são gafes graves e desajustadas…é possível…

Este é um caminho muito árduo…é muito difícil mudar mentalidades (enraizadas no setor e enraizadas socialmente) mas não é de todo impossível. 

Simplesmente, não ser, “Chatice”.


Paula Rosas

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Descontentamento



Descontentamento

Descontentamento é o que nos UNE.

A insatisfação é imensa neste setor em que grande parte de nós ama. Muitos são os problemas mas também é certo que não conseguimos resolver todos de uma só vez. Temos de priorizar as situações de uma forma ORDEIRA e ASSERTIVA… e , AGIR (a discussão de forma ruidosa e não positiva, tira a razão).

A meu ver o grande problema basilar é “ A VALORIZAÇÃO” quer a nível de vencimentos (justos, dignos...) quer a nível social (respeito, credibilidade, dignidade…).  

Considero que será por aqui que devemos iniciar. Que será por aqui que devemos concentrar e fazermos propostas. Parece um pouco utópico mas acredito neste começo…

Temos de ter “VOZ” …uma voz que não seja só ouvida por nós mas que leve o nosso DESCONTENTAMENTO mais longe. Proponho uma missiva com as nossas assinaturas a algumas entidades publicas e privadas com responsabilidade no setor e aos meios de comunicação social. Dar  ao conhecimento toda esta problemática (exploração laboral, preçários muito abaixo do custo da carta de condução…).


“Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos”


Paula Rosas

Não considerem um lamento

Não considerem um lamento.

Mas se me permitem vou contar a minha história.

Tenho 48 anos, sou instrutora desde 1990 e proprietária desde 2013 (não o desejava mas entre ser mais um desempregado deste país ou tentar manter o meu posto de trabalho – optei por ficar com a escola).
Neste momento dou 12 a 14 aulas diárias e aos sábados regra geral dou aulas até às 15h (sem hora de almoço)….e,  sou proprietária!
Não consigo tirar ordenado (o mínimo que está na tabela da Anieca – já nem penso nas horas todas de trabalho) todos os meses (está em atraso desde Outubro 2016)…e, sou proprietária!
Não tenho férias desde 2013…e, sou proprietária!
Perco muitas noites de sono com a preocupação de não conseguir respeitar as minhas obrigações de proprietária (vencimentos dos colegas – que NÃO estão em atraso – luz, renda Iva, àgua….)…e, sou proprietária!
Cada Escola de Condução tem a sua história, esta é a minha história e a de muitos colegas (também conheço histórias de contos de fadas de alguns proprietários).
Por existir esta realidade para muitos proprietários é fundamental a UNIÃO de todos, não pode existir instrutores de um lado e proprietários do outro. O nosso setor está enfermo é necessário um setor saudável…com respeito…com dignidade…com honestidade…sermos todos valorizados.
É necessário a AGREGAÇÂO de todos…é necessário a COESÃO…para que seja possível MELHORAR.

Obrigada.